Motivação moderna – Parte 11

4 09 2009

Medo

Nem sempre estaremos prontos.
Nem sempre estaremos convictos.

Vacilaremos.

Sofreremos com angústias, com aflições, com medo …

Com a sensação delicada entre o sucesso e o insucesso.
Com a linha tênue entre o tentar e acertar ou errar e o omitir e sofrer.

O insucesso incomoda, chateia, perturba.
A omissão o faz em triplo.
A omissão machuca pelo não tentar.
A omissão opta pela não tentativa ao invés da glória possível.
O abdicar é um covarde que chama de medo a incapacidade de enfrentar.
Porque enfrentar também incomoda, chateia, perturba.

Joguemos, então, fora a arma da omissão e enfrentemos os medos.
Acreditemos que a glória somente será possível com o risco corrido.

Sigamos em frente !





Relacionamentos modernos – Parte 13

4 09 2009

Acabou

Ela era perfeita.
Você também era.
Com ela era pra sempre. Sem dúvidas.
Com você também. Sem discussão.

E acabou !

Assim.
Sem mais nem menos.
Sem pé nem cabeça.

Acabou acabou.
Acabou acabando, aos pouquinhos.

Vocês não sabem explicar muito o por quê.

Se é o beijo que não encaixa, se é o abraço, se são os corpos.
Se é um coletivo imenso que não cabe em um texto.

A questão é a que vocês não sabem mesmo explicar o por quê.

Mas acabou.

E podem reatar.
E podem conseguir.

A cicatriz fica.
Para provar o amor.
Para comprovar o crescimento.
A cicatriz fica imóvel.
Quietinha, alí. Inerte.
Mas fica.
E será revivida e reativada ao menor deslize. Seu ou dela.

E os gritos voltarão.
E as brigas serão mais.
E as farpas fincarão mais fundo.

E qualquer resquício de respeito, consideração, sentimentos bons, escorrerão pelo ralo.

Pela maldita crença de que somos maiores do que os problemas.

Acredito. Certamente. Acredito na capacidade, na vontade, na determinação.

No entanto, devemos ter a humildade de reconhecer quando não é mais possível.

Não pelo não tentar, pelo não fazer, pelo não agir.
E sim por incapacidade, por desgaste natural, por fragilidade, por limite emocional.

Não é fraqueza. Não é descartável.
É só limite.

Todos temos.
Uns mais, outros menos.
Mas temos.

Graças a Deus somos falíveis.

Portanto, guardemos aqueles que nos fazem bem, como se estes fossem insubstituíveis.

Caiamos e mantenhamos o mesmo espírito de luta de como se fosse a primeira vez.

Aprendamos com os erros, com os tropeços da vida.

Esse foi apenas um dos primeiros …








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